vai viajar para o Peru ?

Antes de fazer as malas e se preocupar com os roteiros de viagem, é essencial consultar um médico.
Apenas um profissional qualificado te passará os devidos cuidados de prevenção de doenças e lesões, além de te dar as orientações, fazer os exames e solicitar as vacinas necessárias. Por isso, se for viajar, procure um profissional da saúde e torne sua viagem mais agradável e tranquila.

precauções antes de viajar

Vamos te ajudar com dicas e orientações para que a sua viagem para o Peru seja tranquila e inesquecível. Abaixo temos algumas informações mas ressaltamos que é imprescindível a consulta ao Portal Consular para saber o que podem ou não ser feito por você.

Informações Básicas
  • Vacinações: Nenhuma vacina específica é necessária para entrada no país.
  • Recomendações de viagem: Viajar com grau moderado de cautela.
  • Rede de Saúde: Não há sistema gratuito de saúde.
  • Endemias em geral: Reconhece-se a possibilidade de contágio por enfermidades relacionadas às áreas tropicais, tais como febre amarela e dengue.
Recomendações de viagem

Cidadãos brasileiros devem viajar ao Peru com grau moderado de cautela. Para maiores informações, recomenda-se a cuidadosa leitura dos tópicos disponíveis sobre o país no Portal Consular do Ministério das Relações Exteriores.

Cidadãos brasileiros devem ter sempre as informações de contato da Embaixada do Brasil no Peru, que, se necessário, poderá prestar assistência consular a nacionais em Lima.

A depender da natureza de sua solicitação, a melhor opção poderá ser entrar em contato com sua família, amigos, companhia aérea, agente de viagem, operador de turismo, empregador ou seguro de viagem em primeiro lugar. Os Postos com serviço consular estão a disposição para auxiliar em casos de maior complexidade.

Seguro-saúde

É de extrema importância que todo viajante, ainda que em visita de turismo de curta permanência no Peru, certifique-se de que conta com cobertura de seu seguro de saúde em território peruano. É recomendável que, em caso negativo, seja contratado seguro que cubra o período de estada no Peru.

Entrada de menores

Em esforços para prevenir sequestro internacional de menores, alguns Governos estrangeiros começaram a verificar o status de menores em pontos de entrada do país. Essas verificações frequentemente incluem exigência de documentos que comprovem a relação do menor com a pessoa que o estiver acompanhando e autorização de viagem, por escrito, do genitor ausente. Caso um dos genitores tenha falecido, é necessário portar cópia do certificado de óbito.

Entrada de animais domésticos

Quanto à entrada no Peru de animais domésticos (cachorros e gatos), de acordo com a autoridade local responsável, SENASA, devem ser providenciados certificados de saúde, de vacinação e de desparasitação, emitidos por autoridade oficial do país de procedência do animal. Outras espécies animais como aves, roedores, primatas e répteis devem contar com "Permiso Sanitario de Importación del Senasa" e "Certificado Sanitario de Exportación". Mais informações podem ser encontradas na página eletrônica em http://www.senasa.gob.pe.

Orientações sobre a Rede de Saúde

Cidadãos estrangeiros não têm acesso a assistência médica gratuita em grande número de países. Recomenda-se vivamente que viajantes brasileiros sempre contratem seguro internacional de saúde adequado, mesmo que tal documento não seja exigido pelas autoridades migratórias locais. O Ministério das Relações Exteriores não poderá se responsabilizar por despesas médicas de brasileiros no exterior.

Antes de viajar, nacionais brasileiros devem certificar-se de sua saúde física, tomando as vacinas indicadas para o destino escolhido. Vacinas contra difteria, tétano, hepatite B, sarampo, caxumba, rubéola e tuberculose são recomendadas para todo tipo de viagem. Em caso de dúvidas, o Ministério da Saúde poderá ser consultado.

Para obter informações sobre surtos de doenças infecciosas no exterior, é importante consultar o site da Organização Mundial da Saúde (OMS), que contém dados detalhados sobre a situação específica de saúde de cada país.

Ao retornar de países com ocorrência de endemias, quaisquer sintomas devem ser imediatamente comunicados às autoridades de saúde brasileiras.

Rede de saúde

Os hospitais públicos peruanos não oferecem atendimento gratuito a turistas estrangeiros. É aconselhável a contratação de um seguro de saúde, que cubra eventuais despesas médicas durante a estada no país. A rede de saúde peruana é boa, mas a disponibilidade de hospitais, equipamentos, farmácias e médicos pode ser mais restrita em áreas remotas do país.

Vacinação

Não há exigência de vacina para o turista que deseje ingressar no país. É recomendável vacina contra a febre amarela caso o turista pretenda afastar-se dos centros urbanos.

Endemias em geral

Reconhece-se a possibilidade de contágio por enfermidades relacionadas às áreas tropicais, particularmente aquelas transmitidas por mosquitos, como a febre amarela e a dengue.

Malária

O risco de saúde apresentado pela malária ou impaludismo pode ser alto em regiões florestais do país. As medidas de proteção básicas incluem a preferência por locais climatizados, protegidos com telas apropriadas, isolamento de compartimentos para evitar a circulação de mosquitos no interior das instalações; usa de repelentes específicos para a pele e o vestuário, nos horários de maior risco entre o pôr do sol e o amanhecer.

A decisão de tratamento preventivo com medicamentos disponíveis pode ser tomada com a assistência de médicos locais, em função do quadro clínico e preferências e indicações de cada individuo.

Condições ambientais

Altitude

Constituem grandes atrações turísticas sítios arqueológicos, em locais habitados no passado por culturas como a Inca, a Mochica e a Chachapoya. O mais conhecido desses sítios, Machu Pichu, está localizado a uma altitude de 2.400 mil metros de altitude. O deslocamento até Machu Picchu ocorre, em regra, a partir da cidade de Cusco, situada a 3.400 metros acima do nível do mar. Essa situação implica riscos à saúde para os visitantes, principalmente daqueles com maior idade ou com histórico médico de problemas cardíacos, de alta pressão sanguínea ou outros problemas cuja situação pode se ver agravada pela altitude.

Outros pontos turísticos importantes, como a cidade de Arequipa, o departamento de Puno e o Vale do Collca, no sul do Peru, também se localizam em áreas de elevada altitude, estendendo-se a essas regiões, naturalmente, as precauções que devem ser observadas em viagens a Cusco ou Machu Picchu.

Cidadãos brasileiros que pretendem viajar à região devem ater-se aos cuidados mínimos durante os primeiros dias de aclimatação, tais como evitar esforço físico e fadiga, ingerir quantidades adequadas de líquidos e alimentos leves e frescos. São comuns, nos primeiros dias, distúrbios do sono e do apetite, bem como alterações leves no batimento cardíaco, dores de cabeça e tontura. Sinais mais graves, como alteração do ritmo cardíaco podem inspirar cuidados médicos.

site úteis

Ministério da Saúde: www.saude.gov.br

Organização Mundial da Saúde: www.who.int/ith/en

Portal da ANVISA http://portal.anvisa.gov.br/dicas-de-saude-para-viagem

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